Desaparecido em Caracas: A Luta de uma Mulher Contra o Terror da Ditadura!
O Último Chamado: "Eduardo, Cadê Você?"
Em 9 de maio, o advogado venezuelano Eduardo Torres Muñoz saiu para trabalhar, mas nunca mais voltou! A última coisa que sua esposa, Emiselys, ouviu foi um rápido aviso: "Estou voltando pra casa!" E foi aí que o pesadelo começou!
O Desaparecimento Misterioso!
O coração da Emiselys parou por dias enquanto ela, desesperada, vasculhava hospitais e prisões, acreditando que seu amado poderia ter sofrido um acidente. A verdade, chocante e brutal, a fez descobrir pela TV: Eduardo estava preso, acusado de terrorismo pelo regime opressor de Maduro!
Egóico e Clandestino: O Modo como Maduro Opera!
Quase quatro meses se passaram, e Eduardo ainda está preso, sem visitas, sem ligações, jogado em uma cela como se fosse um criminoso. O regime, que se alimenta do medo e da repressão, há tempos criou um padrão de desaparecimentos forçados, com famílias sendo deixadas na penumbra, sem notícias sobre seus entes queridos. Da lista de 23 desaparecidos, apenas QUATRO foram libertados!
O Relatório que Abala as Estruturas: A Verdade Nua!
No dia em que o mundo celebra as vítimas de desaparecimentos forçados, um relatório bombástico da Provea estampa a realidade cruel: “Famílias apavoradas, advogados sem acesso, e os gritos de socorro abafados por um governo que se diz democrático!”
Chumbo Grosso na Repressão a Cidadãos!
Se você acha que isso é só um caso isolado, se engana! As detenções estão sendo feitas em todo o território, mas o Táchira e Caracas são os campeões do horror. E as acusações? Terrorismo, incitação ao ódio… tudo para sufocar quem quer liberdade!
Sobrevivendo ao Terror: A Resistência de Emiselys!
Agora, Emiselys é a única torre de esperança da família. O coração partido, mas cheio de força! Um marido que sustentava a casa, um conjunto de filhos aflitos… E mesmo assim, ela vai ao centro de detenção toda sexta-feira, levando roupas e comida, buscando um fio de conexão com quem ama.
A Luta Não Acaba Aqui: Um Chamado à Ação!
Eduardo e Emiselys não estão sozinhos! O medo pode existir, mas como o próprio Eduardo dizia: "Não podemos nos deixar paralisar!" Se não lutarmos agora pelos direitos humanos, seremos nós e nossos filhos que sofrerão! A ditadura pode tentar calar, mas a voz do povo ecoará!
Esse é um grito por justiça, um apelo para que as correntes do silêncio sejam quebradas! É hora de agir!
Crédito da foto publicada: redir.folha.com.br